Tuesday, January 8, 2008
100 Consultas
Cem consultas pode soar a ausência total de participação... Mas não. No caso significa que já por 100 vezes foi consultada a página que alberga esta informação. Esperemos que quando forem atingidas as 100 000 possamos ver a ÁRVORE, em especial o Sobreiro, cujas raízes agarram a terra de tanto solo, ser respeitada como máxima fonte de receita ecológica e económica de longo prazo, que é, e que o RURALISMO, absolutamente indispensável ao desenho do espaço rural, especialmente o agro-silvo-pastoril, possa ter importância como a que tem o URBANISMO, nas sociedades contemporâneas, e a ARQUITECTURA PAISAGISTA, um pouco por todo lado desde há muito tempo.
Friday, January 4, 2008
Parcelário, subsídios, floresta e subericultura
Parcelário, subsídios, floresta e subericultura podem estar completamente desligados, no que respeita a um benefício subsidiário directo entre subsídios e subericultura, mas estão facilmente ligados no que respeita ao prejuízo. Isto porque costuma ser extremamente fácil declarar como forrageiras áreas florestais que, sobrecarregadas com as duas cabeças normais por hectare permitidas, se tornam, após pouco mais de uma década, cerca de 33% menos produtivas em função de que, aquele encabeçamento, cerca de 10 vezes superior ao sustentável subericolamente, inviabiliza a regeneração natural, máximo suporte da perpetuação suberícola, exigindo, para contrariar essa inviabilização, avultados investimentos na protecção do renovo, que, quando existente em terras arrendadas, das quais o subericultor não é mais do que proprietário, podem ser impossíveis, a menos que se entre em litígio, o que, dado o estado de demora permanente das decisões judiciais relativas a questões cíveis, pode prolongar-se e onerar-se injustificadamente. Cabe então perguntar: a Administração Pública pode funcionar preventivamente? Parece que pode. A existência de fotografia aérea actualizada deveria impedir essa administação de aceitar a inscrição de áreas forrageira falsas, já que se encontram em áreas suberícolas com densidades superiores a 40 árvores por hectare, ou mesmo em pinhais mansos, ou bravos, em extreme. Contudo, tal parece ser, na prática, impossível. Tal se deve confessar depois de se saber que até celeiros, casas de habitação com áreas superiores a 400 metros quadrados, e hortas, são inscritas sem que nenhuma estranheza exista por parte da administração pública. Assim parece que vivemos num País onde, para além da subsídio-dependência agro-pecuária, da "vaquização" generalizada dos terrenos agrícolas e da cultura do "set aside", se observa que a riqueza suberícola, tanta vezes apenas dependente de que a deixem evoluir só, é posta em causa pela tal "vaquização", entre outras, apenas porque a administração pública aceita que, ao subsidiar as vacas, subsidie também a destruição do renovo suberícola, "maxime" se as tais vacas correm por conta de arrendatário que, assim, não vê motivos para evitar o depauperamento suberícola das suas terras, sucessivamente aumentado por mortes de árvores que não são repostas por árvores novas, só vendo motivos, portanto, para declarar toda a área como forrageira, sem excepção alguma, nem sequer a casa-de-banho do Monte, certamente indispensável à satisfação de necessidades fisiológicas de vacas que, de tanta área forrageira poderem explorar, mais não podem do que querer algum alívio das suas tripas e, porconseguinte, dormir uma sestita nalgum dos quartos do Monte, enquanto o notável agricultor encarregado destas boas acções sossega enriquecendo alegremente, entrementes delapidando um imensurável património suberícola...
Subscribe to:
Posts (Atom)